Ser mãe solteira, é ser corajosa

Praticamente todos os dias me pego pensando no assunto tão preconceituoso que é ‘ser mãe solteira’. Penso também, aqui estou eu, mais uma vez pensando no tal do preconceito, e eu sempre defendi que isso vem mais da própria pessoa dos que estão observando de fora da situação. A má formação que o Théo tinha, eu sempre levei na boa, cada vez que eu contava, eu falava em um tom muito leve e assim a situação em si ficava leve. Com a minha separação, tento fazer o mesmo…

Bom, estou aqui contando, que eu e o pai do Théo nos separamos, e aí começamos mais uma batalha, eu e meu filho. É uma situação bem bem bem delicada, pois agora envolve uma pessoa que sente o que eu sinto, e isso é muito forte, pelo menos conosco. E hoje li um pouco sobre isto num post da Revista Crescer. E me identifico com cada palavra… Além dos meus próprios questionamentos e cobranças com essa situação, as vezes ainda sinto coisas negativas vindo dos outros me fazendo sentir mais culpada ainda. Nós três, brincamos muito juntos. E é uma época que tenho grande saudade. Nunca faltou amor, carinho, de mim nem de ninguém. E agora, que estamos só eu e o Théo, sinto que nunca estaremos sozinhos. As vezes escuto por aí ‘esse choro deve ser falta do pai’. Por que as pessoas acham que esse é o maior problema da vida do Théo? Eu tento sempre defender que, se a mãe e o pai estão felizes, o filho estará também… Claro que, é um processo complicado, eu mesma estou aqui falando, parecendo forte, mas tenho meus momentos bem fracos. E claro, ele sente sim falta do pai, assim como sente da minha! A nossa rotina é super dividida para que ele não sinta tanto a diferença.

Quero muito curtir meu filho, sem culpas, sem cobranças, acreditando que essa decisão que eu tomei foi a mais corajosa e certa que eu poderia, pensando na felicidade da nossa família acima de tudo, seja do jeito que for. E vamos tratar de dar o peso de importância que cada coisa realmente merece? É difícil sim, fazer tudo sozinha, cuidar, arrumar, estar de bem para brincar e sorrir sempre, mas é o esforço mais gostoso do mundo.

Por ti, tudo vale a pena.

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A hora do soninho – as coisas vão mudando

Oi meus queridos, como estão?

Eu já estou acordada desde as 6 da manhã. E hoje eu vim discutir, e queria realmente saber a opinião de outros pais e mães, mas vamos lá.

Théo já está com quase 2 anos, aniver será no próximo mês, e o sono dele está mudando bastante. Não posso reclamar pois ele dorme a noite toda, mas nas últimas semanas ele está indo dormir muitooooo tarde, e acordando muitoooooo cedo, como hoje, as 6 horas da manhã. Eu até que gosto de acordar cedo, o dia rende mais, mas acho que tá muito cedo pra ele acordar, ele fica super cansado, e aí por consequência quer dormir a tarde toda. Aí tento acordar a tarde para não fazer essa troca.

Eu andei pesquisando, e dizem que uma criança de 2 anos deveria dormir em média 11 horas a noite – o Théo tem dormido umas 7 horas só… Bom, para ajudar, estou tentando deixar a casa mais quieta à noite e de manhã cedo e luzes apagadas, mas parece que ele fica mais doidinho ainda quando apago as luzes, pula de felicidade hehe!

Dicaaaaaaas pessoal? Conselhos? Ajudem a mamãe aqui. Prometo que se tivermos bastante dicas aqui, faço um post especialmente contando todas!

Fissurado pela mãe - a hora do sono

Rotina com outros bebês – primos trigêmeos

Adoro levar o Théo para brincar com outras crianças, principalmente se são da mesma idade.

Ele tem priminhos trigêmeos, com 4 meses de diferença só… aí fica tão bom para brincarem. E o Théo tem gostado bastante, por que até o momento ele só convivia com primos de idades diferentes, e esse contato com os primos está coisa mais fofa do mundo.

Por toda situação desde que o Théo nasceu, posso dizer que ele ficou sim um pouco mimado… em vários sentidos. Agora já aprendeu a compartilhar os brinquedos, a reconhecer outras crianças pelos nomes, a dar ‘oi, beijo, tchau’, está tentando dizer vários nomes… Só não aprendeu ainda a compartilhar a mãe dele com os amigos, hehehe! Esse meu filho é um gruuuuuuude meu, não pode me ver perto de outros bebês que fica doidinho, chora, grita, se joga no chão. Mas tento não dar bola, acho que nesses quase 2 anos em casa com ele, deixou ele mega apegado à mim. Eu amo, né, mas tem momentos que acho que ele deve se soltar mais.

Aos poucos vamos ajustando, e acho que não demora muito ele vai começar a ir na escolinhaaaaaa, eba!

Meu grude!

Meu grude!